Acredito que a melhor arquitetura nasce da observação do cotidiano — dos hábitos, das memórias e da relação afetiva que cada pessoa tem com os lugares que habita. É a partir dessa escuta que desenvolvo projetos residenciais que vão além da estética: espaços que pertencem a quem vive neles.
Minha formação percorre o Design de Interiores, a Arquitetura e Urbanismo e a Gestão de Projetos — um caminho que me ensinou a unir sensibilidade e método. A isso se somam anos de pesquisa em patrimônio histórico e uma curadoria afetiva de objetos de arte popular brasileira, que entram nos projetos não como adorno, mas como linguagem — conectando memória, identidade e contemporaneidade.